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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Réveillon deixa 60 toneladas de lixo no areal

Mäyjo, 05.01.15

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Entre os principais materiais recolhidos, garrafas de vidro, copos plásticos e latas. Acúmulo incomodou frequentadores e moradores da região

 

Quando a última atração encerrou a festa de Réveillon no Aterro da Praia de Iracema, já por volta das 7h20min de ontem, entraram em cena cerca de 330 profissionais contratados pela Prefeitura de Fortaleza para dar início à operação de limpeza da praia e dos arredores. Aproximadamente 60 toneladas de lixo foram recolhidas, conforme estimativa de Orleans Dutra, técnico do Núcleo de Coleta e Reciclagem da Secretaria do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma). Entre os principais resíduos, garrafas de vidro, latas de alumínio e copos plásticos.

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Assim que a multidão se dispersou, a areia da praia deu lugar a um mar de sujeira e descaso. Para Charliany Morais, 31, que preside a Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Fortaleza e Região Metropolitana (Coopmares), o episódio, que se repete a cada ano após a festa, tem a ver com a falta de educação ambiental de quem vai ao aterro. “(As garrafas) se tornam armas letais”, destacou Charliany.

“É muito difícil conscientizar (a população). O povo é muito mal educado. Todo mundo fica feliz, cada um quer fazer a sua festa. Aí fica muito difícil de a gente controlar”, lamentava Regina Mesquita, coordenadora da operação de limpeza da Prefeitura e técnica da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização de Fortaleza (Emlurb).


José Maurício, 43, que trabalha há sete anos como catador de lixo, diz que nesta festa de ano novo ele “sentiu” que a praia estava mais suja que em anos anteriores. “Aquela pista ali (a avenida Historiador Raimundo Girão) tá cheia de vidro. Ano passado não tinha tanto”, relembrou.

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Os materiais recolhidos foram levados para um centro de triagem para que sejam reciclados, garantiu o técnico Orleans Dutra, da Seuma.


Incómodo

O fisioterapeuta Nelson Leandro, 50, mora em São Paulo e decidiu passar a virada de ano em Fortaleza. Ele diz ter gostado muito da festa, mas se sentiu incomodado com a sujeira que se espalhou pela praia. Registrou em fotos a situação. “Não imaginei que seria tanto lixo. Falta muito respeito com a natureza. Você olha e parece que houve uma batalha”, comparou o turista. Silvia Paiva, 55, moradora das proximidades da Praia de Iracema, também reclamou da sujeira. “Todos os anos vejo a imundície que fica. Não me conformo”, protestou.

 

(Fotos: Mauri Melo/O POVO)

 in: http://www.opovo.com.br/

Espanha: adopção do fuso horário português traria benefícios laborais, familiares e ambientais

Mäyjo, 05.01.15

Espanha: adopção do fuso horário português traria benefícios laborais, familiares e ambientais

Em Setembro do último ano, o Governo espanhol comprometeu-se a estudar um relatório aprovado no Congresso de Deputados que defende uma análise socioeconómica sobre a possível adopção do horário de Portugal em Espanha.

O documento foi preparado ao longo de nove meses com o contributo de 60 especialistas. Para além do regresso ao horário de Greenwich, o estudo abrange outras questões, como a defesa das jornadas contínuas de trabalho – com uma breve pausa para almoçar –, a possibilidade de as crianças entrem nas escolas mais tarde, alterações nos horários comerciais e, em muitos outros aspectos, no quotidiano castelhano.

A questão da alteração do fuso horário de Espanha é, pontualmente, tema de debate e existe cada vez mais um sector crescente da população a defender um modelo que é, para muitos, apontado como menos produtivo e com fortes condicionalismos sobre a vida pessoal. Numa altura em que Espanha atravessa uma crise financeira, muitos advogam que o atraso de uma hora no relógio poderia ser economicamente mais vantajoso. Porém, desde que o estudo foi aprovado, o Governo de Espanha nunca mais voltou a estudar o assunto.

A retoma do fuso horário de Greenwich é uma questão delicada já que, apesar de a hora actual de Espanha não ser a natural do país, os espanhóis já estão acostumados e os hábitos enraizados. Mas nem sempre foi assim. Até 1942, Espanha regia-se pelo horário de Greenwich, que dita a mesma hora para Portugal, Reino Unido e Marrocos. A alteração da hora ocorreu quando Franco se alinhou com a Alemanha, que tinha imposto o fuso horário germânico a França e outros países. Portugal e o Reino Unido chegaram mesmo a adoptar o fuso horário de Hitler, mas depois da guerra regressaram ao fuso horário natural, o que não aconteceu com Espanha e França.

Impactos do regresso ao horário natural

Mas quais seriam os verdadeiros impactos na sociedade espanhola da retoma do fuso horário de acordo com a posição geográfica do país? Segundo o relatório, regressar ao horário de Greenwich, o fuso TMG, que é inspirado no ciclo solar diurno, teria um efeito favorável na conciliação da vida laboral e familiar. Assim, os espanhóis teriam mais tempo para a vida familiar, para a sua formação, vida pessoal ou lazer – e evitariam tempos mortos na jornada laboral diária, que se tornaria mais produtiva e seria um benefício económico para o país.

O horário laboral de Espanha é habitualmente caracterizado por jornadas longas pela manhã e tarde, com uma pausa ao meio da manhã e outra pausa para almoço, por volta das 14h, que se pode prolongar por duas horas. O dia acaba já de noite, refere o New York Times. O comércio normalmente abre apenas às 10h e fecha no período de almoço. Como o horário de almoço é bastante alargado, muitos espanhóis aproveitam para dormir a “siesta”. Caso o relógio atrasasse uma hora, a “siesta” teria de ser encurtada.

Com um horário destes torna-se difícil conciliar a vida profissional e pessoal, já que a noite não começa normalmente antes das 22h00, hora normal para se jantar em Espanha. Porém, esta já é uma hora tardia para as crianças que, no dia seguinte, têm de acordar cedo para ir para as aulas. Desta forma a vivência entre família é reduzida ao mínimo.

A adopção do horário de Portugal permitiria também aos espanhóis uma redução do consumo e dos custos energéticos, já que o prime-time televisivo seria reduzido, o que se traduziria em menos horas de televisão. O horário nobre da televisão espanhola começa às 22, com o noticiário que acompanha o jantar e pode estender-se até à madrugada do dia seguinte. A alteração do prime-time deu-se também com Franco, quando as rádios foram obrigadas a emitir dois noticiários acompanhados de propaganda – às 14h30 e 22h. Quando a televisão surgiu, na década de 1950, as mesmas regras aplicaram-se. Posteriormente, nos anos 1990, ainda na transição do período pós-ditatorial para um regime democrático, os canais de televisão privados alargaram ao máximo o horário nobre. Um dos últimos estudos sobre os hábitos televisivos dos espanhóis indica que cerca de 12 milhões vêem televisão até à 1h.

Assim, a adopção do horário de Greenwich permitiria não só poupar no consumo energético, como beneficiaria a vida familiar e pessoal e aumentaria a produtividade laboral, já que o horário de trabalho teria menos interrupções e acabaria mais cedo.

Foto:  FABIOLA MEDEIROS / Creative Commons

Incêndios na Austrália já consumiram quase 13 mil hectares de floresta

Mäyjo, 05.01.15

Com 800 bombeiros envolvidos no combate ao fogo desde sexta-feira, o sul da Austrália enfrenta os piores incêndios dos últimos 30 anos. Incêndios na Austrália já consumiram quase 13 mil hectares de floresta

Há três dias que a Austrália combate os incêndios florestais que já consumiram cerca de 13 mil hectares, destruíram pelo menos 12 habitações e provocaram ferimentos em 22 bombeiros, segundo o jornal Sydney Morning Herald.

Mais de 800 bombeiros, apoiados por uma dezena de aeronaves e 80 viaturas, combatem as chamas, principalmente na zona de Adelaide Hills, na Austrália do Sul. Há 12 casas que foram destruídas, mas mais de 20 estão em risco.

"Há muitas casas destruídas. Mas, milagrosamente, também há muitas que se salvaram, apesar de o cenário em redor ser negro", afirmou o chefe do governo da Austrália do Sul, Jay Weatherill, em declarações aos jornalistas.    

Para além das casas que já foram destruídas, há outras que continuam em risco. "Faremos todos os esforços para contactar essas pessoas. Iremos reabrir essas áreas apenas quando for seguro fazê-lo, embora permaneçam sérios riscos de queda de árvores e postes de eletricidade", acrescentou Jay Weatherill, citado pelo jornal britânico The Guardian. 

As autoridades informaram que 22 bombeiros sofreram ferimentos, embora nenhum com gravidade, e que um carro de bombeiros ficou destruído. Estes são os piores incêndios da Austrália do Sul desde 1983.

O intenso fogo continuam sem controlo e a avançar em todas as direções, segundo o Serviço de Bombeiros da Austrália, que advertiu para o risco de perdas humanas, mesmo após uma melhoria das condições meteorológicas.

Isto porque se espera que o ligeiro arrefecimento do tempo de hoje ajude os bombeiros a controlar as chamas, mas as previsões indicam que as temperaturas deverão voltar a subir na quarta-feira.

A zona das colinas de Adelaide, conhecidas pela sua produção vinícola e que se localizam a nordeste da cidade, é habitada por cerca de 40 mil pessoas, as quais foram aconselhadas anteriormente pelas autoridades a abandonar as suas casas o mais rapidamente possível.

As elevadas temperaturas durante o verão austral têm contribuído nos últimos anos para um aumento dos incêndios na Austrália, fenómeno que os cientistas atribuem parcialmente ao aquecimento global.

Em 1983, os violentos incêndios que deflagraram nas regiões da Austrália do Sul e de Victoria fizeram mais de 70 mortos, depois de também terem destruído milhares de casas e imóveis. 

Ecopontos versus Caixas ATM

Mäyjo, 05.01.15

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Ouvi  há algum tempo uma conversa na rádio, em que a locutora (Joana...) dizia que achava que havia mais caixas demultibanco do que ecopontos.

E realmente se pensarmos, em alguns locais, temos uma caixa de multibanco porta sim, porta sim. Por vezes queremos colocar uma caixa de iogurte no ecoponto amarelo e temosde percorrer grandes distâncias até encontrarmos um.

O que achas? Será que realmente há mais caixas de multibanco que ecopontos? Aqui fica uma possível deixa para os vossos trabalhos...